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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Telefones celulares com Google Android são vulneráveis a ataques

Postado por Admin às 28.10.08 0 comentários

Telefone com sistema operacional do Google pode ser atacado, via browser, caso usuário visite site com código malicioso.

O sistema operacional Android, do Google, é vulnerável a ataques pelo browser, afirmam pesquisadores do Independent Security Evalutators.

O trio Charlie Miller, Mark Daniel e Jake Honoroff associou a falha ao fato de o Google não usar as versões mais atualizadas dos cerca de 80 diferentes pacotes open source que compõem o sistema aberto para celulares.

Isso quer dizer que a vulnerabilidade que afeta o primeiro celular com Android, o G1, da T-Mobile, foi encontrada e corrigida pelo pacote de software afetado. O Google, porém, usou uma versão mais antiga e ainda vulnerável do mesmo.

Os usuários do Android estão suscetíveis, caso visitem um site malicioso, a códigos maliciosos que podem ser rodados pelo browser. O grupo não fornecerá mais detalhes sobre a vulnerabilidade e não especificará qual pacote ela afeta até que o Google lance uma correção.

Os pesquisadores disseram, contudo, que a arquitetura de segurança do Android é muito bem construída e que o impacto do ataque é limitado. Embora seja viável roubar dados sensíveis, não é possível controlar outros aspectos, como discar do aparelho.

O Google foi notificado sobre a vulnerabilidade na semana passada e, segundo o grupo, está trabalhando para corrigi-la assim que possível.

Fonte: Computerworld

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Menos de 7% dos usuários devem usar portabilidade no 1º ano

Postado por Admin às 1.9.08 0 comentários

Dos 175,5 milhões de usuários de telefonia fixa e celular do Brasil, cerca de 11,3 milhões devem pedir para trocar de operadora, prevê Anatel.
Dos 175,5 milhões de usuários de telefonia fixa e celular do Brasil, cerca de 11,3 milhões devem pedir para trocar de operadora sem precisar mudar o número do telefone no primeiro ano de vigência da chamada portabilidade numérica, segundo previsão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Esse número representa 6,4% do total de consumidores brasileiros.

Segundo o presidente da agência, Ronaldo Sardenberg, esse número deve aumentar nos próximos anos. Sardenberg explicou que o processo está sendo feito gradativamente para evitar “resultados catastróficos” registrados em outros países.

“Estamos sendo realistas. Um negócio que vai afetar a vida de 175 milhões de pessoas tem que ser feito [com] um passo de cada vez”, afirmou.

A previsão da Anatel é que o custo para implantação do sistema até agosto de 2009 seja de 45,6 milhões de reais. Segundo Sardenberg, o valor será parcialmente coberto pela taxa de 4 reais que será cobrada dos consumidores na hora da troca.

Atualmente, o país tem 135 milhões de usuários de telefonia celular e 40 milhões de fixa. Na primeira fase de vigência da portabilidade, que começa nesta segunda-feira (01/09), 17,4 milhões de usuários de oito regiões poderão trocar de operadora mantendo o mesmo número de telefone.
Fonte: Computerworld

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Fone fixo é muito caro no país , diz Anatel

Postado por Admin às 6.8.08 0 comentários

Telefonia fixa é cara por falta de concorrência, diz conselheiro da Anatel

A privatização do setor de telefonia no Brasil, há 10 anos, não trouxe menor custo para a telefonia fixa local.

O preço ainda alto das tarifas decorre da falta de concorrência das empresas, na opinião do conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Pedro Jaime Ziller de Araújo, “A falta de concorrência é responsável pelo preço estar nessa altura, não tenho dúvida nenhuma”, disse ele em entrevista à Agência Brasil.

No contexto da privatização da telefonia no Brasil, o governo não conseguiu prever o grau de concentração desse mercado, na avaliação de Pedro Jaime.

Atualmente, 95% dos serviços de telefonia fixa estão nas mãos das concessionárias em cada região do país. De acordo com ele, o governo subestimou essa concentração, já que esperava que, em 2003, 15% do mercado local estariam nas mãos das chamadas empresas espelho. “Elas ainda não têm 6% dos mercados locais”.

Pedro Jaime comentou que, se há suspeita de cartelização no setor, ele espera que o Conselho de Administração e Defesa Econômica (Cade) tome providências. “Espero que o Cade não permita a cartelização. De nossa parte nós estamos tendo o cuidado para evitar a concentração na propriedade. Na cadeia de controle é possível evitar que um grande investidor detenha duas ou três empresas dentro do Brasil. Do ponto de vista da propriedade, nós seguramos”.

O conselheiro da Anatel afirmou que na telefonia móvel está estabelecida a concorrência, mas na telefonia fixa há concorrência apenas nas chamadas de longa distância. Ele lembrou que, depois que o cliente passou a ter a opção de escolher o código da prestadora de serviço nas ligações interurbanas, o preço caiu. "Dando nome aos bois, a Telemar compete pouco na área da Telefônica, a Telefônica compete pouco na área da Brasil Telecom e assim sucessivamente. Mas todas competem em suas áreas com a Embratel ou Intelig”.

O alto preço da infra-estrutura para prestar o serviço de telefonia fixa é o principal fator para a falta de concorrência, na avaliação do conselheiro. “A parte mais cara da telefonia fixa é a parte de rede. Porque não tem concorrência? Porque se precisa de muito capital, cujo retorno é em longo prazo. O investidor não quer saber de um retorno tão a logo prazo assim”.

É nesse ponto que as empresas que passaram a explorar a telefonia no Brasil a partir da privatização, há 10 anos, obtiveram vantagens que servem de base para toda a sua superioridade diante das demais. A rede básica que foi montada no Brasil antes da privatização foi feita com capital nacional.

“O plano de expansão foi feito para garantir a implantação dessas redes. As empresas, quando entraram em 1997, já tinham 17 milhões de assinaturas funcionando. Assinaturas pagas mensalmente. Quem pagou a rede daí pra frente foi o capital de giro gerado pela empresa a partir da estrutura já existente. Imagine: o preço da assinatura era de aproximadamente R$ 10,00. São R$ 170 milhões por mês. É bem mais fácil do que começar do zero”.

Fonte: Info Online

terça-feira, 22 de julho de 2008

Telefone fixo vai custar 3% mais caro

Postado por Admin às 22.7.08 0 comentários

A Anatel autorizou as teles fixas a reajustarem em até 3% as tarifas de assinatura e minuto falado.

O conselho da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) decidiu por meio de um circuito deliberativo, os índices de reajuste nas tarifas de telefonia local para as concessionárias do país.

O índice é resultado de um indexador setorial, o Índice de Serviços de Telecomunicações (IST) e um fator que repassa aos consumidores os ganhos de produtividade conseguidos pelas operadoras, conhecido como fator X.

O IST acumulado de maio de 2007 a maio deste ano é de 4,46 por cento, enquanto o fator X foi calculado pela agência em 2,92 por cento e atua como redutor do IST.

O reajuste mais baixo ficou com a Oi, que é de 2,7651 por cento. As demais concessionárias (Brasil Telecom, Telefônica, CTBC e Sercomtel) poderão reajustar a assinatura mensal e o minuto de ligação em 3,0118 por cento.

Para as chamadas de longa distância nacional, segundo a Anatel, as concessionárias poderão aplicar um excursor, o que pode resultar em reajustes máximos de 9,6822 por cento em alguns itens tarifários, desde que o reajuste da cesta não ultrapasse, na média, o índice estabelecido pela agência.

O órgão regulador também informou que o valor mínimo de crédito para uso em telefone público passou de 0,1185 centavos de real para 0,1215, com impostos e contribuições sociais, o que representa um reajuste de 2,53 por cento. Esse valor é único para todo o território nacional.

A Anatel informou que deverá publicar os índices de reajuste no Diário Oficial nesta terça-feira. A partir dessa publicação, as operadoras deverão definir os novos preços e publicá-los em jornais de grande circulação por pelo menos dois dias. Só depois disso é que as novas tarifas entram em vigor.

Os conselheiros da Anatel estão de férias e, por isso, o último reajuste completou um ano no último dia 17 de julho sem que o novo fosse definido. Como a próxima reunião está marcada para 30 de julho, os conselheiros usaram do circuito deliberativo--recurso que permite o voto à distância--para definir os índices.

Fonte: Info Online

 

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