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quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Gartner: mais de 60% das empresas terão comunidade online até 2010

Postado por Admin às 9.10.08 0 comentários

Estudo aponta ainda que 50% das empresas que tiverem comunidades deixarão de investir na relação empresa x cliente.

Pesquisa do Gartner divulgada nesta quinta-feira (09/10) aponta que, em 2010, mais de 60% das empresas do ranking Fortune 1000, que já contam com web site, terão algum tipo de comunidade online como ferramenta de comunicação com seus clientes. De acordo com o instituto de pesquisa, para fazer novos negócios com a crescente "Geração Virtual", as empresas terão de oferecer, ou então conectar-se, a aplicações sociais para atrair clientes com informações sobre o que precisam para conduzi-los em direção a produtos e serviços.

Em comunicado divulgado à imprensa, Adam Sarner, analista do Gartner, disse que um benefício-chave da criação de uma comunidade é a quantidade de informações que uma organização pode obter sobre sua base de clientes, que podem ser utilizadas a curto e longo prazo como relacionamento com os mesmos. O analista disse ainda que os dados podem ser obtidos e usados para o desenvolvimento de produtos, feedback de clientes, fidelização, gestão, segmentação de cliente, campanhas e a satisfação dos consumidores ou de colaboradores. Esta riqueza de informações pode ser utilizada de forma comercial ou individual.

No entanto, o instituto alerta que formar uma comunidade online não é uma iniciativa livre de desafios. O Gartner prevê que, até 2010, mais de 50% das empresas que tiverem uma comunidade online vão deixar de focar em cliente e empresa, deixando de investir nesses dois valores. Para acabar com este problema, as organizações terão novas competências para atender às necessidades da Geração Virtual.

Fonte: Computerworld

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Gartner: vendas de smartphones totalizam 32,2 mi de unidades no 2º tri

Postado por Admin às 8.9.08 0 comentários

Nokia amplia vantagem no setor, com destaques para RIM e HTC; participação da Apple cai com estratégia de lançamento do iPhone 3G.

O setor de smartphones vendeu 32,2 milhões de unidades durante o segundo trimestre, aumento de 15,7% em relação ao mesmo período em 2007, segundo dados do Gartner revelados nesta segunda-feira (08/09).

A Nokia manteve sua larga liderança no setor, com 15,2 milhões de unidades vendidas, o que lhe deu participação de 47,5%. A RIM, responsável pelo BlackBerry, aparece na segunda posição, com crescimento de 126% em suas vendas, que atingiram 5,5 milhões.

Grande destaque do ranking, a HTC aparece em terceiro após fechar o primeiro trimestre em sétimo, graças ao crescimento de 119% nas vendas, que totalizaram 1,3 milhão de aparelhos. O crescimento tem relação com o ótimo desempenho da linha Touch no mercado mundial.

Em quarto lugar, aparece a Sharp, que, com 1,3 milhão de smartphones comercializados, teve decréscimo de 41,6% no período.

A participação da Apple no período caiu dos 5,3% registrados no primeiro trimestre do ano para 2,8%, em razão principalmente da limpeza de estoque que a Apple promoveu entre suas lojas para que o iPhone 3G fosse lançado, em junho.

Entre os sistemas operacionais, o líder Symbian ficou estável enquanto rivais diretos, como o sistema do BlackBerry e o Mac OS usado dentro do iPhone, cresceram 126% e 230%, respectivamente.

Roberta Cozza, analista do Gartnet, afirma que a Nokia precisará apresentar mais variações de design entre os seus modelos da Nseries para se manter competitiva. 

"A introdução de um smartphone com tela sensível a toque no segundo semestre será um teste à capacidade da empresa de mostrar diferenciação e inovação", segundo ela. 

Fonte: IDG Now

terça-feira, 29 de julho de 2008

Gartner: Laptop de 100 dólares vai demorar três anos para chegar

Postado por Admin às 29.7.08 0 comentários

Enquanto Taiwan revela o 'notebook mais barato do mundo', por US$ 130, consultoria alerta para riscos técnicos do laptop popular.

No mesmo dia em que a indústria anuncia um notebook de 130 dólares, a consultoria Gartner divulga um estudo afirmando que o consumidor ainda terá de esperar três anos para comprar um laptop de 100 dólares.

No estudo divulgado nesta segunda-feira (28/07) a Gartner faz um alerta: se os fornecedores se concentrarem demais em atingir a marca dos 100 dólares, perderão foco em questões técnicas essenciais para os portáteis.

Na opinião de Annette Jump, analista da consultoria, a corrida pelo laptop de 100 dólares em mercados emergentes deixa alguns problemas em aberto. "Entre eles, determinar a relevância das especificações de hardware, a oferta de energia elétrica, a estrutura e o custo das conexões à internet, bem como condições adequadas de financiamento e pagamento nos mercados emergentes."

Enquanto a Gartner divulgava sua análise, a fabricante taiwanesa Carapelli Ltd. anunciava o Impulse NPX-9000, um laptop de 130 dólares, considerado o "laptop mais barato do mundo". A pegadinha é que as máquinas são vendidas somente em lotes de 100 unidades.

Antes do anúncio da Carapelli, o portátil mais acessível do mercado era o laptop XO, criado pela organização One Laptop Per Child's (OLPC), e vendido por tempo limitado, a 188 dólares, no ano passado.

Embora tenha sido a máquina mais barata até então, o XO ainda apresentava deficiências em hardware, como limitações de processamento e funções gráficas.

A analista da Gartner nota, em seu relatório, que a crescente demanda por laptops mais baratos aliada à queda nos preços de componentes, poderia reduzir os preços dos portáteis entre 10% e 15% nos próximos três anos. Jump lembra que os custos de montagem, empacotamento e software devem ser os mesmos, neste período.

No vácuo dos laptops voltados ao segmento educacional, os mini laptops, ou ultraportáteis, vem conquistando os usuários residenciais.

Jump ressalta que o caminho dos ultraportáteis é oferecer uma opção de acesso a novos usuários de internet. "Os mini notebooks alcançarão muitos consumidores em todas as regiões, tanto em mercados mais maduros, como máquinas adicionais, como em mercados emergentes fazendo o papel dos PCs", conclui.

Fonte: Computerworld

quinta-feira, 3 de julho de 2008

América Latina é a região que mais cresce em terceirização, diz Gartner

Postado por Admin às 3.7.08 0 comentários

Ainda representando um pedaço pequeno em comparação com EUA, região terá a maior alta anual até 2012: 16,3%.

A América Latina é a região que vai crescer mais em terceirização de TI no mundo. De acordo com o Gartner, que revisou seus números em junho passado, a região terá alta de 16,3% ao ano, saltando de 24,9 bilhões de dólares em 2008 para 44,9 bilhões de dólares em 2012. Esses números não incluem os serviços de Telecom.

A outra região que terá o crescimento em taxas próximas é Ásia-Pacífico, com 9,5% ao ano. No entanto, a base de faturamento dessa geografia é maior, saindo de 39 bilhões de dólares em 2008 para 57 bilhões de dólares em 2012.

Os Estados Unidos, mesmo passando pela pior crise dos últimos cinco anos, ainda representam o maior mercado de terceirização de TI no mundo. O país terá alta de 7,2% ao ano, defende o instituto, saltando de 260 bilhões de dólares em 2008 para 345 bilhões de dólares em 2012. CIOs tentam se prevenir contra a crise nos EUA.

“Vejo a América Latina, especialmente o Brasil, em boas condições prestar serviços em setores como cloud computing e utility computing. Vários clientes nos EUA buscam alternativas à Índia e o Brasil é uma boa opção”, disse Richard Matlus, analista do Gartner, durante evento de terceirização do instituto.

Fonte: Computerworld

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Gartner: mercado mundial de software de segurança cresceu 20% em 2007

Postado por Admin às 19.6.08 0 comentários

Symantec e a McAfee ocupam as primeiras posições, com participação de 26,6% e 11,8%, respectivamente, seguidas de Trend Micro (7,8%) e IBM, com 5,8%.

As receitas provenientes da venda de soluções de segurança em nível mundial cresceram 10,4 bilhões de dólares, o que reflete um crescimento de 19,8% se comparado aos 8,7 bilhões de dólares obtidos em 2006. Os analistas afirmam que ao longo do ano passado houve uma tendência de assinatura de aplicativos de segurança, especialmente em certos segmentos de mercado, como o de segurança de correio eletrônico e de segurança web.

Em 2007, o mercado de segurança não teve qualquer sinal destacável de desaceleração, mostrando um aumento de 7% em relação a 2006 no que diz respeito à segurança global e um crescimento de dois dígitos na área de software de segurança, segundo o Gartner.

Para Ruggero Contu, analista-chefe de pesquisa do Gartner, o cumprimento da norma legal, o temor diante da fuga de dados e a invasão da privacidade, somada à necessidade de atender a questões em constante mudança e ameaças cada vez mais sofisticadas, são os principais fatores que impulsionaram o aumento do gasto em segurança.

Durante o ano passado, a Symantec e a McAfee seguiram como as principais provedoras deste mercado, com participação de 26,6% e de 11,8%, respectivamente. Na terceira posição está a Trend Micro, que manteve market share de 7,8%, seguida pela IBM, com 5,8%.

Graças às aquisições realizadas em 2007, a EMC triplicou os resultados obtidos em 2006 e se coloca em sexto no ranking, passando de 1,4% para 4% de participação de mercado – a mesma da CA, única com queda de 2,8%, mantendo-se na quinta posição.

Os segmentos que estimularam o crescimento de software de segurança foram os de aplicativos de segurança em e-mail e sistemas de gestão de informação e eventos de segurança (SIEM), que em 2007 registraram crescimento de 45,5% e de 32,1%, respectivamente.

Para Contu, o cumprimento das normas de segurança é o principal impulso da adoção de ferramentas SIEM, as quais estão sendo adotadas com a finalidade de abordar as crescentes ameaças de malware e fraude online.

Além disso, os inconvenientes que o spam e o malware trazem para os sistemas corporativos são os outros pontos-chave que impulsionam o investimento em soluções de segurança em e-mail.

Os segmentos com menor rendimento foram os de antivírus empresarial e gestão de acesso web. Assim, a venda de antivírus como solução independente em nível corporativo descenderam de maneira gradual em favor de plataformas de segurança mais completas, nas quais o antivírus é somente um dos componentes requeridos.

Os segmentos com menor rendimento foram de antivírus empresarial e gestão de acesso web. Assim, a venda de antivírus como solução independente em nível corporativo descendeu de maneira gradual em favor de plataformas de seguridade mais completas, nas quais o antivírus é somente um dos componentes requeridos. Enquanto as soluções de gestão de acesso web, apesar de ser uma tecnologia madura, já amplamente empregada pelas organizações, cresceu 12,7%.

Segundo Ruggero Contu, “a competição de preços entre os provedores também está ajudando a baixar os preços nos segmentos mais maduros do mercado, tais como o de antivírus. As mudanças na forma em que estes fabricantes empacotam as ofertas e planejam os preços de seus produtos no futuro influenciam em última instância a fixação de preços e haverá muitas tecnologias de segurança que penetram massivamente no mercado na mesma medida que aconteceu com os PCs.

Do ponto de vista regional, Estados Unidos e Europa Ocidental continuaram liderando o mercado enquanto a demanda de soluções de segurança, repartindo-se 47,5% e 31,7% do mercado, respectivamente.

Fonte: Computerworld

 

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