Além de comentar o mercado de virtualização, executivo também falou sobre a saída da antiga CEO e fundadora Diane Green.
Um pouco mais relaxado em relação ao discurso de abertura, Paul Maritz, CEO e presidente da VMware, falou com a imprensa especializada em uma rápida sessão de meia hora na tarde de terça (16/09), em Las Vegas.
O foco da maioria das perguntas foi voltado para a concorrência com a Microsoft e como a VMWare lida com a saída da antiga CEO Diane Green e a perda recente de executivos de alto escalão.
Maritz vai direto ao ponto: "Sim, tivemos uma mudança de liderança na empresa. E as pessoas envolvidas no processo respondam aos desafios que foram propostos. Não tem como sobreviver nesta indústria sem desafios. Temos um planejamento e vamos segui-lo".
A Microsoft trabalha com a essência de disrupturas mínimas em seu ambiente. Nós estamos planejando novos recursos em nossos produtos que são relevantes aos clientes, e melhores recursos. Não somos uma empresa de serviços, somos uma empresa de software e propriedade intelectual, disse. Não somos uma EDS, nem vamos ser uma EDS. Nossa área de serviços profissionais é voltada aos clientes.
Um dos jornalistas norte-americanos aproveitou o tema e questionou Maritz sobre uma ação da própria Microsoft fora do VMworld 2008 entre as roletas e máquinas caça-níqueis do hotel Venetian: a Microsoft distribui fichas de jogo (com o logotipo do Windows) e um endereço de site que questiona os preços praticados pela VMware (isso porque a própria Microsoft tem um estande oficial na exposição do VMworld). Isso é para chamar a atenção, é uma espécie de elogio sem sinceridade.
Para fechar, voltou ao tema dos desafios da VMware: Somos uma empresa de software, precisamos de desafios para continuar, concluiu. Curiosamente, ele não respondeu à última pergunta, sobre a estratégia da VMware para telefones e dispositivos móveis. Teremos mais pra falar sobre isso no futuro.
Fonte: Computerworld
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