quarta-feira, 16 de julho de 2008

Log-In aposta em hosting gerenciado para suportar estrutura de TI

Postado por Admin às 16.7.08

Spin-off da Vale do Rio Doce, empresa de logística abre mão de estrutura própria em favor de modelo de terceirização. Investimentos passam de R$ 2 milhões.

Apesar de ter pouco mais de um ano de atuação independente, a Log-In Logística não é propriamente uma companhia nova. Sua experiência na movimentação e armazenagem de contêineres começou em 1962, dentro da Vale do Rio Doce, e assim permaneceu até abril de 2007, quando se tornou uma empresa independente.

Até ali, toda a operação de logística da empresa contava com o suporte da área de TI da Vale. “Um dos primeiros desafios que enfrentamos foi montar uma área de TI com tudo que fosse necessário para oferecer ao negócio”, diz Fernando Borges, gerente de TI da Log-In, lembrando que o primeiro item da lista era a montagem de um data center.

Feita a avaliação dos custos, e do prazo disponível, a companhia decidiu que a melhor alternativa seria a terceirização de sua estrutura. Segundo Borges, foram avaliadas – além da montagem de uma estrutura própria – as opções de hosting e co-location, e a empresa optou por um contrato de hosting gerenciado com a Alog. “Na época fizemos um cálculo que levava em consideração um horizonte de quatro anos, incluindo o custo de manutenção dos equipamentos e de equipe. A opção se mostrou 30% mais barata”, afirma Borges, sem revelar os valores totais computados.

No modelo escolhido, a Log-In é responsável pela compra dos equipamentos e a Alog assume sua hospedagem e o gerenciamento do que é padrão (sistema operacional, banco de dados, storage, firewall e backup. Somente na compra de equipamentos, a companhia investiu quase 2 milhões de reais nos últimos dois anos (1,2 milhão de reais em 2007 e 700 mil reais este ano).

Borges afirma que, apesar de mais barato, o modelo exigiu mudanças na cultura interna da companhia, não habituada a ter aplicativos hospedados externamente. “Ainda assim, achei que o convencimento exigiria mais esforço. O opção ocorreu em um momento em que estávamos mudando, e as pessoas estavam abertas a isso”, conta.

Mais que o foco em questões e aplicativos estratégicos, o executivo lembra que a opção por uma estrutura própria o obrigaria a ampliar sua equipe e duplicar o parque de TI que tem hoje. A utilização de um terceiro ajudou a amenizar também outro problema: a falta de profissionais. “Hoje tenho 10 pessoas na equipe e quatro vagas em aberto, difíceis de preencher. Se a estrutura estivesse aqui dentro, minha equipe seria de 25 pessoas e provavelmente eu teria mais vagas em aberto”, acredita Borges.

Fonte: Computerworld

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